14 de nov. de 2009

Campanha contra o vírus da DENGUE em Embu



A Secretaria de Saúde de Embu está promovendo  o combate à dengue na região. Doença causada pelo mosquito Aedes Aegypti,  causador da dengue, se prolifera em containers/suportes  com água parada que, mal armazenados,  tornam-se habitat de larvas com o vírus.


Com o programa de combate a Dengue a Secretária da Saúde de Embu está realizando a visita nas casas por agentes especializados em identificar “criadouros” de larvas com o vírus. Os agentes em média visitam 40 casas por dia, sendo que somente adentram ao recinto se houver alguém maior de 18 anos. José Antonio do Nascimento está há oito anos nesse oficio. “Já somos especialistas em identificar lugares possíveis a conter a larva do vírus”, diz.  Ele e sua companheira a senhora Neuza visitam o JD.  Magali e confessam: “Nem todos nos recebem  como você,  é comum pessoas nos recebendo de cara virada para não inspecionarmos o local”, conta.
Na visita os agentes distribuem folhetos com especificações de como combater o mosquito e não permitir a criação da larva com o vírus. Segue algumas recomendações:

·         Não deixe água acumulada em vasos de plantas e xaxins. Coloque areia grossa nesses recipientes.
·         Não abandone pneus velhos. Eles são o 'berçário' predileto do mosquito. Guarde em local protegido ou fure.
·         Não deixe destampadas caixas d'água, poços, latões e filtros.
·         Troque diariamente a água de bebedouros de animais.
·         Jogue fora materiais que acumulem água, como copos e latas..

Casos confirmados de pessoas que contraíram a doença diminuíram 30% em relação a outubro do ano passado no Brasil. A dengue é uma das doenças mais endêmica do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 100 milhões de pessoa anualmente a contraem. 500 mil pessoas por ano contraem a forma hemorrágica da doença (o pior tipo) tendo uma taxa de mortalidade de 30%. Em 2008 o Brasil registro 400 mil casos da doença. A dengue é
transmitida por meio da picada de uma fêmea do mosquito Aedes Aegypti contaminada pelo vírus. O macho se alimenta apenas de seiva de plantas e não de sangue. Cada mosquito vive, em média, 45 dias e pode contaminar até 300 pessoas.
O mosquito, é escuro, tem listras brancas e é menor que um pernilongo. O homem e alguns macacos são os únicos hospedeiros vertebrados do vírus. A doença só se manifesta em humanos.

Mais informações sobre a dengue nos portais:
ou
http://www.cetesb.sp.gov.br/Institucional/dengue/dengue.asp


Alexandre Oliveira

13 de nov. de 2009

Marcha pela Saúde ao Palácio dos Bandeirantes



Muita vontade e pouca organização.






(Vereadores na porta do Palácio dos Bandeirantes. Desorganização)



O que parecia ser a resolução para os problemas da saúde da Região Sudoeste tornou-se uma inconveniente visita com direito a uma recepção com saída pelos fundos nas dependências do Palácio dos Bandeirantes. 40 representantes regionais, sendo 29 vereadores representando cerca de 750 mil habitantes estiveram presentes a “marcha” recepcionada pelo sub-Secretário Rubens Cury.O local designado para a recepção foi a sala destinada à imprensa no segundo andar. 

De encontro marcado na parte da manha, no centro de Taboão da Serra, onde partiriam em comitiva ao encontro do Secretário de Saúde, Luiz Roberto Barradas, no palácio dos bandeirantes, os vereadores representantes dos municípios - Embu; Itapecerica da Serra; Taboão da Serra; São Lourenço da Serra e Juquitiba, quase desistiram no meio do caminho. Isso porque, antes mesmo de saírem, houve uma discordância se deveriam ou não continuar com a empreitada, sendo que um suposto e-mail determinava o cancelamento da reunião, que há exatos seis meses tentavam agendar junto ao Secretário da saúde. 




O Presidente da Câmara dos vereadores em Embu, Silvino Bonfim, comentou sobre a possibilidade da não recepção por parte do secretário da Saúde, Roberto Barradas. Ao ser questionado se a imagem dos vereadores perante a sociedade na região ficaria afetada, com relação à falta de comunicação ocorrida. Eis o que ele nos respondeu: “Com certeza não, os vereadores não, o Governador sim, por que nós há seis meses estamos tentando, de uma forma democrática e com muita diplomacia, agendar essa reunião. O governador é que não nos quer receber, não são os vereadores que não estão batalhando... vai ficar para a população que nós não temos um governador sensível aos problemas sociais”.

Intenções

Sob o comando dos presidentes das câmaras de Embu, Itapecerica e Taboão, os vereadores foram até o palácio dos bandeirantes na expectativa de audiência com o governador José Serra e o secretário da saúde, Luis Roberto Barradas. Contudo, sob frustrante recepção, somente conseguiram uma reunião a portas fechadas com o sub-secretário de relacionamento com os municípios, da casa civil, Dr. Rubens Cury. Em documento assinado pelos vereadores as reivindicações seguiram na ordem da falta de atenção por parte do Estado para Região Sudoeste. Particularmente às áreas da Saúde, Educação, Segurança Pública, Transportes Metropolitanos, Meio Ambiente e Turismo. 

Segue parte do documento:

Ofício Especial nº 01/2009 – CMRS

Excelentíssimo Senhor Governador,
Os Vereadores da Região Sudoeste da Grande São Paulo vêm por esta respeitosamente à presença de Vossa Excelência externar nossa preocupação com relação à forma de atenção à Região Sudoeste por esta administração Estadual, particularmente nas áreas de Saúde, Educação, Segurança Pública, Transportes Metropolitanos, Meio Ambiente e Turismo. Entraves burocráticos têm impedido um contato maior das autoridades municipais (Executivo e Legislativo) nas demandas relacionadas a estas pastas.
Em específico, a questão da Saúde é a que tem apresentado maiores problemas e dificuldades, tanto neste relacionamento (Estado / Municípios), como na solução das demandas apresentadas. A Região Sudoeste da Grande São Paulo, compreendida pelos Municípios de Embu, Taboão da Serra, Itapecerica da Serra, Embu-Guaçu, Juquitiba e São Lourenço da Serra tem, segundo o IBGE (dados de julho de 2009) 750 mil habitantes, atendidos atualmente por dois hospitais: HGIS (Hospital Geral de Itapecerica da Serra) e HGP (Hospital Geral do Pirajuçara). Problemas de agendamento de exames, internações (vagas de UTI), falta de diálogo com as respectivas direções hospitalares, tem levado os cidadãos de nossa região cada vez mais a solicitar auxílio dos poderes Legislativo e Executivo locais, em suas necessidades de atendimento na Saúde, no que concerne à responsabilidade Estadual.
No documento constam as reivindicações protocoladas e assinas pelos 29 vereadores presentes ao Palácio dos Bandeirantes e entregues ao sub-Secretário de relações municipais da casa civil, Dr. Cury.

São elas:

• Abertura de um canal de diálogo do Poder Legislativo, em nível municipal, através da Casa Civil dessa conceituada Administração Estadual, no sentido de estabelecer uma agenda permanente de acesso às Secretarias Estaduais, nas áreas de Saúde, Educação, Segurança Pública, Transportes Metropolitanos, Meio Ambiente e Turismo, para que possamos apresentar os problemas e oferecer soluções para poder contribuir com a melhoria das relações entre cidadãos e Estado no atendimento das demandas locais.


• Na questão da Saúde em específico, viabilização de estudos urgentes no sentido de:


a) Ampliar o número de internações e leitos de UTI em caráter emergencial no HGP e HGIS em favor das comunidades locais.
b) Estabelecer a participação dos municípios da Região Sudoeste no gerenciamento dos Hospitais Regionais.
c) Estudar em caráter de urgência a viabilidade da construção de um novo Hospital de Referência no eixo da B-116 e Rodoanel Mário Covas, na região Sudoeste (entre Taboão da Serra, Embu e Juquitiba).


A vereadora Ná (PT - Embu), falou sobre o teor da reunião e o resultado dos esforços da comitiva. “Eu acho que ela não foi 100% positiva. Acho que ficou devendo muito, porque ele veio e falou o que bem quis e na verdade ele saiu sem dizer nada, não fechou nada com a gente. Ah! Eu não posso falar, eu não posso ligar... Pra mim a reunião não foi positiva. A meu ver só ficou no falatório, ele estava preocupado em tirar foto”. Sobre a validade da comitiva dos vereadores ao Palácio dos Bandeirantes, comentou: “Valido foi, pra a gente mostrar que estamos unidos. Só que como eu disse: Com O Dr. Cury não tivemos nenhuma resposta”.

(Saida Pelos fundos. Vereadores deixam o Palácio pela porta lateral)



Ao final os vereadores (alguns) pousaram para fotos ao lado do sub-Secretário Cury, a pedido do vereador Paulo Felix formalizando a entrega do documento com as reivindicações. Sob discordância, os vereadores promoveram nova votação aberta para decidirem se encaminhariam novo documento solicitando a agenda do Secretário da Saúde na esperança de serem atendidos. Por 13 votos a 10 os vereadores decidiram não prosseguirem com o ato, dando por encerrada a comitiva que se tornou frustrada ás expectativas iniciais.



Texto e Foto: Alexandre Oliveira da Silva

Fonte: Marcio Amêndola - Câmara Municipal de Embu

30 de ago. de 2009

Com direito a "Ola"



Teatro Municipal.



Centro de grandes espetáculos tem aberto suas portas ao grande público em eventos como a Virada Cultural. Outrora, somente local de figuras burguesas, idôneas, hoje tem sua ocupação com o público médio (Sem deméritos) que, sem tanta polpa, visita o local e se apropria como se a ele o fosse habitual. No show, Sá, Rodrix e Guarabyra “Álbum - Passado, Presente, Futuro (1972)”, o povo adentrou ao espaço do Municipal como quem entra no metro, ou a qualquer outro lugar peculiar. 

 Haja á vista, a acumulação na nave central do teatro. Por tal, apesar de aparentar displicência de minha parte, não pude deixar de notar como é o comportamento das pessoas, em contraste com o local e sua magnitude. Além da gritaria exacerbada, até uma ‘ola’, comum à estádios de futebol, foi ensaiada pelo público que se localizava a esquerda do palco no canto superior. Cantoria de parabéns, palmas descompassadas e muita balbúrdia para o início do show. Com a música “Zepelim”, nunca dantes apresentada ‘ao vivo’, como citado por Rodrix, o público silenciou e assistiu a um espetáculo que, para muitos, não se faz à seu habitual. 

 Ao meio do show, Sá, eloqüente em sua pronuncia, trouxe um “retrato” da construção nas obras da banda. Ele comentou que, quando ia ao apartamento do Rodrix, para compor, o vizinho do apartamento de baixo batia com a vassoura no teto para que eles parassem de tocar, contudo, continuavam. O show foi marcado por recordações. “Nós nos preocupávamos com valores interioranos, que se perderam em relação aos valores urbanos”. A esse comentário, Sá revelou que fez uma musica: “Crianças perdidas”, para a cidade de seu pai. “Quando voltei lá tinha certeza que era pra ela...“. Ao encerramento do show, o público efusivamente ecoou para que eles retornassem. Pedido atendido. Retornaram e com uma seqüência de quatro musicas concluíram o espetáculo. Foram elas: “Casa no campo”, “Caçador de mim”, “Espanhola” e a abertura, “Zepelim”.


Foto: http://www.flickr.com/photos/26084435@N06/2447558705/ - Virada Cultura 2008 


Alexandre Oliveira

30 de jun. de 2009

Eliana Zagui - Uma história de Superação

“Queria poder algum dia na minha vida, ter a experiência de permanecer uns dias fora daqui.”

A história da mulher que vive há 33 anos em um quarto no Hospital das Clinicas em São Paulo.



São Paulo. Para quem sempre se utiliza do metrô Clínicas, que fica a poucos metros do Instituto de Ortopedia (HC), não imagina que há 33 anos Eliana Zagui, 35, reside nesse que se tornou seu lar após ter contraído o vírus da poliomielite quando tinha um ano e nove meses de idade. Ela é natural de Guariba (SP) onde vivem seus pais Carlos Zagui e Tereza Jorge Vilkas Zagui. Eliana é uma exímia pintora de quadros com a boca, técnica que vem adquirindo há 11 anos com a voluntária Ursula J. Carvalhaes e já obteve reconhecimento na suíça por meio de exposições. Com extrema destreza manipula o pincel em sua boca como se o fizesse com as mãos. A duras penas obteve essa autonomia. Ursula demonstra extrema admiração por sua tutelada e enche-se de orgulho ao descrever seus primeiros passos para adquirir tamanho nível técnico. Enquanto conversávamos, Zagui, em meio a risadas tomava seu suco com um canudinho desempenhando sua “performance” extremamente eficiente, não derrubando uma gota sequer e ajeitando o copo apenas com uma palheta. Eliana respira por meio de aparelhos sem os quais só agüentaria 6 horas.




No quarto A123, reside com mais um colega, Paulo Oliveira, desde sua infância, também portador de Poliomielite. Almoça cedo por motivos de regulamento interno. Ela gosta de comer pizza. Eliana tem uma rotina cheia para um portador de Pólio. Ela escreve um livro autobiográfico iniciado em 2002, por idéia de uma enfermeira à época, o qual pretende lançar em 2010 pela editora Bela Letra. Gosta de navegar pela internet (digita eficientemente bem e rápido). Esta cursando o ensino médio onde pretende, após concluí-lo, se graduar em psicologia.



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23 de mai. de 2009

 

Prefeitura de Embu - Notícias

Parque Francisco Rizzo

Estância turística de Embu das Artes


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